domingo, 8 de janeiro de 2012

Como foi construida a estátua da Liberdade?

por Flávia Pegorin
http://mundoestranho.abril.com.br

Tudo começou nos arredores de Versalhes, nas proximidades da capital francesa, Paris, em 1865, durante um jantar na casa do historiador e jornalista Edouard de Laboulaye. Oficialmente, o monumento foi idealizado para homenagear os Estados Unidos no centenário da sua independência e, ao mesmo tempo, celebrar as boas relações entre os dois países. Nos bastidores, porém, foi uma prova de força da sociedade secreta maçônica, da qual até o escultor, o francês Fréderic-Auguste Bartholdi (1834-1904) fazia parte. O trabalho começou em 1875 e exigiu dez anos. A "casca" foi feita com 80 toneladas de cobre norueguês, que, batido à mão, resultou nas formas da grande dama. O processo se assemelhou a um quebra-cabeça de muitas peças, montado sobre uma estrutura de aço projetada por Alexandre Gustave Eiffel (o mesmo da famosa torre parisiense).

O rosto da estátua teve como inspiração as feições da mãe de Bartholdi. Em 1885, toda pronta e tinindo, com 46,50 metros e pesando quase 225 toneladas, a estátua precisou ser desmontada e acondicionada em 214 caixas antes de ser embarcada para Nova York, onde reina sobre um pedestal de alvenaria erguido pelos americanos na ilha Liberty - na época conhecida como Bedloe’s. A inauguração aconteceu em 28 de outubro de 1886, com direito à presença do então presidente Grover Cleveland, chuva e parada militar. "Liberdade Iluminando o Mundo" é o nome de batismo da mulher de tocha na mão - imagem emblemática que concorre com a do Tio Sam e com a própria bandeira do país entre os símbolos americanos mais conhecidos no resto do planeta. Incluindo a base, o colosso alcança 93 metros. Na mão esquerda, uma tábua assinala o Dia da Independência dos EUA - 4 de julho de 1776.

No pedestal, lê-se o poema The New Colossus, de Emma Lazarus, com os versos: "Tragam a mim os exaustos, os pobres, as massas confusas ansiando por respirar liberdade". Cerca de 4,2 milhões de visitantes atendem ao chamado anualmente.

A cara da mãe
O escultor Fréderic-Auguste Bartholdi teria usado duas modelos muito especiais para compor o visual da gloriosa estátua: a mãe, Charlotte, que inspirou as feições do rosto, e a noiva, de quem ele copiou a silhueta do corpo

Modelagem à francesa
Ainda na França, moldes de madeira e gesso serviram para tornear as 300 placas de cobre que compõem a "casca" da estátua. A coroa de sete pontas, a tocha e o livro são símbolos maçônicos

Entrega a domicílio
O presente francês foi embalado para viagem e despachado para Nova York no porto de Rouen, em junho de 1885 - quase não chega, vítima de tormentas em alto-mar. Inaugurada em 1886, a estátua passou por duas reformas: em 1938 (foto), e em 1986, seu centenário.

Base, esqueleto e pele Montagem da estátua teve três etapas

1. O pedestal foi construído pelos americanos entre 1884 e 1885. Seus pilares foram erguidos em torno das paredes de um antigo forte, que recebeu como recheio um imenso volume de concreto

2. O esqueleto de Lady Liberty é de ferro: uma estrutura projetada por Gustave Eiffel (o da torre parisiense), erguida em torno de um pilar central, que sustenta barras diagonais para fixar as placas de cobre

3. As placas de cobre que formam a camada externa foram unidas com rebites. No miolo, há uma escada com 354 degraus (o elevador interno só vai até a plataforma, logo abaixo dos pés da estátua)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Estátua da Liberdade


Foi um presente dado por Napoleão III, como prémio aos Estados Unidos após uma batalha vencida contra a Inglaterra.
O historiador francês Edouard de Laboulaye foi quem primeiro propôs a ideia do presente, e o povo francês arrecadou os fundos para que, em 1875, a equipe do escultor Frédéric Auguste Bartholdi começasse a trabalhar na estátua colossal.
O projeto sofreu várias demoras porque naquela época não era politicamente conveniente que, na França imperial, se comemorassem as virtudes da ascendente república norte-americana. Não obstante, com a queda do Imperador Napoleão III, em 1871, revitalizou-se a ideia dum presente aos Estados Unidos. Em julho daquele ano, Bartholdi fez uma viagem aos Estados Unidos e encontrou o que ele julgava ser o local ideal para a futura estátua - uma ilhota na baía de Nova Iorque, posteriormente chamada Ilha da Liberdade (batizada oficialmente como Liberty Island em 1956).
Cheio de entusiasmo, Bartholdi levou avante seus planos para uma imponente estátua. Tornou-se patente que ele incorporara símbolos da Maçonaria em seu projeto - a tocha, o livro em sua mão esquerda, e o diadema de sete espigões em torno da cabeça, como também a tão evidente inspiração ligada à deusa Sophia, que compõem o monumento como um todo. Isto, talvez, não era uma grande surpresa, visto ele ser maçom[1]. Segundo os iluministas, por meio desta foi dado "sabedoria" nos ideais da Revolução Francesa. O presente monumental foi, portanto, uma lembrança do apoio intelectual dado pelos americanos aos franceses na sua revolução, em 1789.
Funcionou como farol de 1886 a 1902, sendo o primeiro farol a ter utilizado energia elétrica. O ato de sabotagem dos alemães na Primeira Guerra Mundial, conhecido como a explosão Black Tom, causou um prejuízo de US$ 100.000, danificando a saia e a tocha. Desde então não é permitida a visitação da tocha.
A cidade de Paris também possui dois monumentos semelhantes a Estátua da Liberdade. O maior deles fica na extremidade da Île des Cygnes, na altura da Ponte de Grenelle e está voltada para oeste, para a estátua original em Nova York.
A estátua pode ser observada do rio Sena ou desde as proximidades da Ponte de Grenelle. Essa réplica de 11,5m e 14 toneladas foi doada à cidade em 1885 e inaugurada em 15 de novembro de 1889 na presença de seu criador, o escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi.
A segunda réplica está dentro dos Jardin du Luxembourg, e foi um presente de Bartholdi ao Musée de Luxembourg em 1900 - a estátua foi instalada definitivamente nos jardins seis anos mais tarde. Essa estátua é feita em bronze e serviu como modelo para a construção da estátua de Nova York. Ela segura uma tábua com a inscrição "15 de novembro 1889" - referenciando a data de inauguração da réplica da Île des Cygnes.
A terceira réplica, feita na mesma fundição que a original, é idêntica a que se encontra nos Jardins du Luxembourg e está em Maceió - Alagoas, em frente à primeira prefeitura da cidade, onde hoje é o MISA - Museu da Imagem e Som de Alagoas.
A altura total da estátua original de Nova York é de 92,9m, sendo 46,9m correspondendo à altura da base e 46m à altura apenas da estátua.
A estátua sofreu uma grande reforma em comemoração do seu centenário. A estátua foi reinaugurada em 3 de julho de 1986, ao custo de 69,8 milhões de dólares. Foi feita uma limpeza geral na estátua e na sua coroa, corroída pelo tempo, foi substituída. A coroa original está exposta no saguão. Na festa da restauração, foi feita a maior queima de fogos de artifício já vista nos Estados Unidos até então.
Depois do atentado terrorista contra o World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, que resultou no desabamento das torres gêmeas, a visitação a coroa foi proibida, por motivos de segurança.
Porém, a 4 de julho de 2009, a visitação da coroa foi reaberta, depois de 8 anos fechada ao público.
Dimensões
A estátua mede 46,50 m (92,99 m contando o pedestal). O nariz mede 1,37 m. O conjunto pesa um total de 24.635 toneladas, das quais 28 t são cobre, 113 t são aço, e 24.493 t de cimento no pedestal. Com as suas 24.635 t, é actualmente a estátua mais pesada do mundo, segundo o Guiness. Ficou entre os semi-finalistas do concurso das sete maravilhas do mundo moderno.
São 167 degraus de entrada até o topo do pedestal, mais 168 até a cabeça e por fim outros 54s levam à tocha, que fazem um total de 389 degraus. Por ter sido construída em cobre, originalmente a estátua apresentava coloração dourada. Entretanto, devido a uma série de reações químicas conhecida como patinação, sais de cobre foram formados sobre sua superfície, o que lhe conferiu a atual tonalidade verde-azulada[4]. Registros históricos não fazem qualquer menção da fonte do cobre usado na Estátua da Liberdade, mas suspeita-se que sejam provenientes da Noruega.
Antigamente a frase escrita no pedestal era:
“Venham a mim as multidões exaustas, pobres e confusas ansiosas pela liberdade. Venham a mim os desabrigados, os que estão sob a tempestade... Eu guio-os com a minha tocha. (Emma Lazarus, 1875).”

Veja os 25 monumentos mais famoso do mundo



Quem nunca ouviu falar da Estátua da Liberdade, em Nova York? Ou do Coliseu, em Roma? E por que não citar o Big Bem, em Londres; e a Torre Eiffel, em Paris? Construções históricas ou simples monumentos para embelezar a cidade, esses símbolos ultrapassaram as fronteiras de seus países e se tornaram famosos sozinhos. Pensando nisso, a revista Travel+Leisure elegeu os 25 monumentos mais icônicos de todos os tempos. Confira:

Estátua da Liberdade, Nova York

Mais de um século depois que a França presenteou os EUA com a escultura de cobre, mais de três milhões de turistas ainda seguem até a Ilha da Liberdade para visitar a estátua.

Empire State Building, New York

O arranha-céu tradicional da Big Apple é considerado um símbolo da Art Deco e atualmente é dono do título de prédio mais alto da cidade.

Golden Gate Bridge, São Francisco

Acima do canal Golden Gate, a ponte laranja é uma das mais conhecidas do mundo desde 1937.

Torre Eiffel, Paris

Embora tenham resistido no começo, os parisienses aceitaram e hoje adoram o monumento, entrelaçado em ferro e construído para a World Expo em 1889.

Big Ben, Londres

Embora o nome se refira apena são relógio de 13 toneladas, a torre do relógio mais famosa do mundo têm ajudado os moradores da cidade a saber as horas desde 1859.

Coliseu, Roma

Quando a monumental construção ficou pronta, em 82 d.C., 50 mil romanos puderam devorar com os olhos as sangrentas lutas dos gladiadores que ali eram obrigados a se apresentar.

Millenium Park, Chicago

O amplo parque inclui a escultura de Anish Kapoor, Clound Gate, além do pavilhão Jay Pritzker, desenhado por Frank Gehry, com várias exibições de arte.

Basílica de São Pedro, Roma

Os mestres da Renascença italiana Rafael, Michelangelo e Bernini levaram mais de um século para completar os detalhes desta catedral, uma verdadeira obra de arte do Vaticano.

Swiss Re Building, Londres

Chamado também de The Gerkin, o prédio espelhado de escritórios, construído em 2004, foi desenhado por Norman Foster e usou 10 mil toneladas de aço em sua estrutura.

The High Line, New York

Campos de flores, lounges e bares ocupam esta garagem de trem abandonada, que agora se destaca entre os prédios do moderno Meatpacking District.


Wal Disney Concert Hall, Los Angeles

Casa da Orquestra Filarmônica de Los Angeles desde 2003, a obra de Frank Gehry foi executada de forma impecável, incluindo um projeto acústico considerado um dos melhores do mundo.

Sagrada Família, Barcelona

Antonio Gaudí passou 43 anos desenhando a catedral gótica de Barcelona, que hoje corta os céus da cidade com sua altas torres, detalhadas com várias esculturas cuidadosamente planejadas pelo artista.

Modern Wing, Instituto de Arte de Chicago

A área adicionada ao museu foi elaborada por Renzo Piano e executada em calcário, vidro e aço; hoje ela abriga as peças de arte moderna da Europa.

Residencial 148 Spruce Street, Nova York

Frank Gehry, ele de novo, foi responsável pelo mais alto prédio residencial que o Ocidente já viu. Sua fachada é ondulada, para que reflita a luz do sol de formas diferentes ao longo do dia.

Zakim Bridge, Boston

O arquiteto suíço Christian Menn usou 126 cabos de aço para segurar esta ponte suspensa, a maior dos Estados Unidos quando foi inaugurada, em 2002.

Acrópole, Atenas

A construção mais celebrada do mundo clássico romano, a pequena cidade em Atenas inclui o Panteão, construído em mármore branco no século 5 a.C. além de outros prédios da época.

Museu De Young, São Francisco

Os arquitetos Suiços Herzog e de Meuron usaram mais de 450 mil toneladas de cobre para esculpir em formato que completasse a paisagem do Golden Gate Park. O museu de artes foi inaugurado em 2005.

Memorial Nacional de 11 de setembro, Nova York

Aberto em setembro de 2011, as duas piscinas iluminadas (que ocupam exatamente o local onde as duas torres estavam) e 400 carvalhos brancos criaram um espaço respeitoso e calmo para relembrar as vítimas do atentado.

Olympic Sculpture Park, Seattle

Em 2007, o Museu de Arte de Seatlle abriu esta galeria a céu aberto onde antes era um aterro, próximo ao Puget Sound.

Mirante no Grand Canyon, Arizona

Meio metro de vidro reforçado é a única coisa que separa os turistas deste canyon nos EUA, um mergulho de mais de mil metros de altura no Rio Colorado, que passa logo abaixo da estrutura.

Estádio de Wembley, Londres

Depois de uma reconstrução de US$ 1,3 bilhão, a arena nacional da Inglaterra, com seu famoso arco, reabriu as portas em 2007 como a segunda maior estrutura para esportes da Europa.

Instituto de Arte Contemporânea, Boston

Quando abriu, em 2006, sobre as águas da Baía de Boston, a galeria de vidro transparente e aço foi o primeiro museu da cidade em 100 anos.

Sidney Opera House, Sidney

O monumento que define a cidade australiana tem um telhado branco que imitando uma vela de barco. Foi completado em 1973 pelo arquiteto, até então desconhecido, Jørn Utzon.

Torre Agbar, Barcelona

O prédio mais alto da capital catalã é sempre comparado com The Gerkin, em Londres, que abriu um ano antes, em 2004. Mas o designer Jean Nouvel insiste que sua inspiração foi mesmo a Sagrada Família, de Gaudí.

A Grande Muralha da China

Foi preciso milhões de trabalhadores e dois mil anos para construir a mais longa estrutura feira pela mão humana, com 8.8 mil quilômetros ao norte da fronteira com a Mongólia.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Cento Cultural Jean-Marie Tjibaou



Projetado pelo famoso arquiteto italiano, Renzo Piano, o Cento Cultural Jean-Marie Tjibaou foi inteiramente planejado com base na cultura Kanak, uma tribo da região de Nouméa, na ilha de Nova Caledônia, Pacífico Sul.

Construído para homenagear Jean-Marie Tjibaou, um líder assassinado da cultura Kanak, a obra é considerada uma das pioneiras da arquitetura sustentável, pois carrega aspectos econômicos, socioculturais e ambientais. O arquiteto utilizou estratégias eficientes de construção sustentáveis para manter os pavilhões frescos e integrá-los à natureza.

Edifício Bosco Verticale



Duas torres residenciais, sustentáveis e inovadoras estão em construção em Milão, Itália. O Bosco Verticale será a primeira floresta vertical do mundo, pois cada apartamento possuirá uma varanda com árvores de médio porte plantadas. No verão, as árvores irão sombrear as janelas e filtrar a poeira da cidade, no inverno, o sol irá brilhar através dos ramos nus.

As torres terão sistemas de energia eólica e fotovoltaica para aumentar o grau de autossuficiência energética e a irrigação será feita pelo reaproveitamento de águas cinzas produzidas pelo edifício. Clique aqui para saber mais sobre o projeto.

Harmonia 57


Harmonia 57

O edifício sustentável Harmonia 57 não é somente uma construção, mas também um organismo vivo em meio à paisagem paulistana. O responsável pelo projeto é o escritório franco-brasileiro Triptyque.

As paredes do edifício são revestidas com plantas, que são irrigadas por um sistema de vaporização d'água. A captação da água da chuva possibilita redução de até 90% nos gastos com água. Clique aqui para saber mais sobre o projeto.

Arquitetura Sustentavel



Por ser uma atividade de transformação, a construção civil se caracteriza como um dos setores que mais consomem recursos naturais e geram grandes quantidades de resíduos, desde a produção dos insumos utilizados até a execução da obra e a sua utilização.

A arquitetura sustentável surgiu para amenizar este impacto em um processo de permanente evolução que enfoca estratégias inovadoras e tecnologias para melhorar a qualidade de vida cotidiana.

A arquitetura pode utilizar técnicas passivas, que são obtidas através do desenho do projeto e escolha dos materiais, ou ativas, que utilizam a tecnologia em favor de benefícios para o meio ambiente.

Arquitetura Sustentavel





McGee Casa

Leger Wanaselja Arquitetura continua sua busca por recuperar e reutilizar nesta residência Berkeley. Leger Wanaselja Arquitetura continuação Sua Busca Por Recuperar e reutilizar Nesta Residência Berkeley. Mais de 100 telhados carro recuperado cobrem as paredes superior desta casa. Mais de 100 telhados carro recuperado cobrem como paredes superiores DESTA Casa. Os telhados foram serrados de carros cinza deixada para peças em jardas da sucata local. Os telhados foram serrados de carros Cinza deixada parágrafo Peças los jardas da sucata local. As paredes são revestidas menor na casca de álamo, um resíduo da indústria de móveis da Carolina do Norte. Como paredes revestidas São menor nd casca de álamo, hum resíduo da Indústria de Móveis da Carolina do Norte. Os toldos são fabricados a partir de junked Dodge Caravan janelas laterais. Os toldos São fabricados um Partir de junked Dodge Caravan Janelas laterais. Uma vez anunciado como "minivan mais vendida da América"​​, agora um item comum em pátios de sucata. Uma Vez anunciado Como "Mais minivan vendida da América", ágora hum ponto Comum los pátios de sucata.

A casa é um enchimento de 2 quartos no coração de um dos Berkeley, California mais antiga bairros residenciais, perto do núcleo da baixa. A Casa e hum enchimento de duas edições in quarto no Coração de hum dos Berkeley, na Califórnia Mais Antiga bairros Residenciais, Perto do Núcleo da baixa. As curvas únicas, fazem a casa parecer pequeno por fora. Curvas como UNICAS, fazem um parecer Casa Pequeno Por fóruns. No entanto, é grande no interior, com tectos altos, amplos espaços abertos e grandes janelas e portas para o jardim. Não entanto, e sem grande interior, com Tectos altos, amplos Espaços Abertos e Grandes Janelas e Portas par o jardim.

(Texto e foto do sit Leger Wanaselja Arquitetura)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Fórum do Meio Ambiente e da Fazenda Pública



Fórum do Meio Ambiente e da Fazenda Pública
Dinamismo, Inovação e Sustentabilidade .

Inaugurado em abril de 2011, com 6.300 m², o Fórum Desembargador Joaquim de Souza Neto, também chamado de Fórum Verde, é o primeiro Fórum sustentável do Judiciário brasileiro e do Poder Público, que utilizou um processo de construção dentro de todas as exigências de sustentabilidade.

O Fórum Verde é uma iniciativa inédita no judiciário brasileiro. É também a primeira obra do centro-oeste dotada de conceitos inovadores de sustentabilidade, que revelam uma nova preocupação do Poder Público em que "além de atender às necessidades da sociedade, vai ao encontro de uma melhor convivência do homem com o meio ambiente", destaca o desembargador Otávio Augusto, Presidente do TJDFT.

A nova Casa de Justiça abriga as oito Varas Fazenda Pública do DF e a Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal. Está localizada no Setor de Administração Municipal - SAM, lote "M", próximo ao Tribunal de Contas do DF.

Inovação e Dinamismo

Uma concepção dinâmica e inovadora que valoriza o plano urbanístico local e critérios de sustentabilidade na construção, faz do Fórum do Meio Ambiente e da Fazenda do Distrito Federal – TJDFT um marco arquitetônico no centro oeste. A construção envolveu profissionais multidisciplinares e integrou conceitos ecologicamente reconhecidos, desde a concepção do edifício, iniciada na gestão 2008-2010 e concluída pela atual gestão (2010-2012). Sua inauguração compõe o atual Plano do Biênio do TJDFT - PLABI 2010-2012.

O projeto foi assinado pela Zanettini Arquitetura em parceria com a arquiteta Sandra Henriques do Setor de Engenharia e Arquitetura do TJDFT.

O empreendimento construído pela CAENGE atende às premissas para requerimento de certificação do Green Building Council (LEED), um sistema de certificação e orientação ambiental de edificações. Criado pelo U.S. Green Building Council, é o selo de maior reconhecimento internacional e o mais utilizado em todo o mundo, obtido por apenas 10 construções em todo o Brasil e esta é a única na região Centro-Oeste. O selo do Green Building Council

Brasil possui várias categorias e é avaliado conforme uma pontuação pré-estabelecida.

Estruturas metálicas aparentes

O grande destaque nesta obra, se dá pelo conceito de estruturas metálicas aparentes, confeccionadas em perfis laminados de abas paralelas no aço ASTM a 572 Grau 50, tensão de escoamento f y = 345 Mpa.

A estrutura em aço, que se desenvolve em uma malha de 1,25x 1,25m, lajes steel deck, fechamentos e divisórias em dry-wall, proporcionam espaços e sistemas flexíveis, de fácil alteração futura prolongando a vida útil do edifício, tornando o processo construtivo ágil e com um canteiro de obras mais limpo.

O subsolo estruturou-se em concreto armado convencional, incluindo teto e piso do térreo. As caixas de escadas e de elevadores também foram executadas em concreto armado convencional, sempre que possível, utilizando o cimento CPIII devido ao alto conteúdo de material reciclado incorporado ao produto e utilização de material de escória, limitado a 70%.

Detalhe importante do Fórum Verde é a localização no terreno, que permitiu a retirada mínima da vegetação nativa para o início das obras e possibilitou que o edifício, depois de concluído, ficasse totalmente integrado com o entorno.

Aproveitando a iluminação natural e a ventilação cruzada em todos os ambientes, isso levou a uma significativa redução na utilização de iluminação artificial e do ar-condicionado, gerando significativa economia de energia elétrica.

Retirada mínina de vegetação: integração com o entorno

As superfícies envidraçadas ao norte e ao sul da edificação, são protegidas pelos terraços em balanço ou por telas em aço inoxidável, tensionadas e afastadas 80 cm da fachada, garantindo o sombreamento desejável e o conforto de seus usuários. Ao longo da fachada solarium, vidro temperado laminado float verde 8 mm faz o fechamento e cobre os vãos das faces especificadas em projeto.

A área é protegida contra o excesso de incidência solar em determinadas partes por telas em aço inoxidáveis 304-L de 2.000 mm de largura, constituídas por fios retos de 2,00 mm de diâmetro e abertura de 2,00 mm, representando uma retenção de luz de aproximadamente 50%, com 7,00 kg/m².

No solarium, brise de liga de alumínio e zinco em painéis de 100 mm foram instalados na horizontal.

As superfícies leste e oeste são cegas, evitando a incidência da radiação solar direta e ganhos térmicos indesejáveis. A implantação de floreiras em todos os pavimentos auxiliou na proteção solar e na qualidade do ar como também na humanização do ambiente de trabalho.

A cobertura é composta de laje impermeabilizada, telhas metálicas zipadas simples em alumínio e sistema ajardinado.

A telha metálica zipada utiliza uma tecnologia exclusiva que permite a fabricação das telhas no canteiro de obras com uma unidade móvel e computadorizada de perfilação, para diversos comprimentos, sem furos, emendas ou sobreposições, o que assegura a estanqueidade total da cobertura.

O processo é feito sob medida, com uma construção limpa e rápida que permite racionalização e precisão no dimensionamento dos custos e recursos necessários para viabilização do empreendimento. Com uma área total de 660m² onde foram utilizados telhas em alumínio com 01mm de espessura.

A telha zipada é considerada uma opção de cobertura sustentável, com vegetação em superfícies horizontais, verticais ou inclinadas de edificações. Esta solução diminui o volume de água das chuvas que vai para a rede de águas pluviais, reduzindo o risco de enchentes. Colabora para a melhoria das condições do microclima urbano e para diminuição das ilhas de calor, já que aumenta a umidade do ar, retém as partículas de poluição e pode diminuir a velocidade do vento. Seus efeitos positivos também são sentidos no amortecimento dos ruídos de baixa frequência, no aumento de áreas permeáveis, além de servir como isolante térmico para o ambiente interno da edificação.

A cobertura ajardinada abriga uma compacta estação de tratamento de afluentes e captação de água pluvial. O desafio de minimizar o impacto ambiental da construção, resultou em ambientes internos e externos que garantem o conforto ambiental do usuário, eficiência energética do edifício, possibilidade de utilização de energia limpa, economia de água com reutilização de águas cinzas e pluviais para fins não potáveis e adoção de metais eficientes proporcionando uma integração perfeita com a paisagem do entorno.

Vidro temperado laminado verde faz o fechamento e cobre os vãos das faces..


Segundo a construtora CAENGE foram utilizados 20% de materiais reciclados na obra e 40% de materiais regionais. A gestão sustentável de resíduos também foi utilizada, garantindo com que 75% dos resíduos gerados fossem reaproveitados ou reciclados. Toda a madeira utilizada nas paredes e divisórias é proveniente de reflorestamento. As tintas, mantas e colas foram testadas em laboratórios de forma a garantir que obedecessem as normas técnicas mais restritivas de liberação de COV's (Compostos Orgânicos Voláteis).

"Nosso desafio não foi só viabilizar a máxima redução dos impactos ambientais na fase de construção, mas também possibilitar que ganhos efetivos fossem alcançados durante o uso futuro do edifício, seja por meio da maior eficiência energética e seus sistemas, seja pelo conforto ambiental nas dependências internas, o que permitirá que os usuários tenham um melhor desempenho em suas atividades cotidianas. Com o know-how adquirido durante a execução desta obra, a empresa inaugura uma nova fase para os seus empreendimentos futuros", destaca Marco Aurélio B.G, da CAENGE Ambiental.


Finalista no Prêmio Green Building Brasil 2011

A obra do Fórum Verde está entre os finalistas do Prêmio GBB 2011, promovido pelo Green Building Council Brasil (GBC Brasil).O objetivo do concurso é valorizar iniciativas sustentáveis na construção civil.

A Zanettini Arquitetura recebeu a indicação pelo projeto do TJDFT na categoria "Obra Pública Sustentável".


FÓRUM DO MEIO AMBIENTE E DA FAZENDA PÚBLICA
Proprietário/Cliente: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios-TJDFT
End: Lote M, Setor de Administração Municipal
Cidade: Brasília Estado: Distrito Federal
Projeto em execução.

EQUIPE TÉCNICA PROJETO DE ARQUITETURA
Arquiteto responsável: Siegbert Zanettini
Arquiteto coordenador: Thaís Barzocchini
Arquitetos colaboradores: Samara Araujo de Paula, Juliana Matos Martins Bacchi, Alexandre Barone e Éric Fick Gonzalez.

EQUIPE TÉCNICA PROJETOS COMPLEMENTARES
Projeto de Estrutura: Meirelles Carvalho Engenharia e Projetos S/C Ltda
Projeto de Instalações: Giacometti Projetos e Consultoria Ltda
Projeto de Climatização: Unitempo Engenharia Ltda
Projeto de Dados e Voz: Eng. Fernando Autran Jr (TJDFT)
Certificação LEED: SUSTENTAX Engenharia de Sustentabilidade

FORNECEDORES
Paredes Drywall: PLACO DO BRASIL
Divisórias Removíveis: ABATEX
Divisórias Sanitárias: NEOCOM SYSTEM – ALCOPLAC PLUS
Vidros temperados/laminados: CEBRACE Brise vertical em tela metálica: DIMARTINO
Brise horizontal em aluzinc: HUNTER DOUGLAS
Telha metálica zipada: BEMO DO BRASIL
Sistemas de cob. verde: INSTITUTO CIDADE JARDIM
Piso elevado polipropileno: REMASTER
Piso elevado aço: TATE
Piso vinílico: FADEMAC
Piso Cerâmico: CERÂMICAS ELIANE – CARGO PLUS WHITE
Carpete: MILLIKEN – TALKATIVE RAIN 2
Capacho: 3M – NOMAD MODULAR
Rodapé em poliestireno: SANTA LUZIA
Revestimento Ext. em ACM: ALCAN
Revestimento Ext. em Fulget: GRANITORRE Pinturas: SUVINIL
Revestimento cerâmico: PORTINARI – WHITE PLAIN LUX
Forro Mineral Modular: AMF – FEINSTRATOS MICROPERF C/ HYGENA

Forro Gesso Acartonado: PLACO DO BRASIL Louças e Metais Sanitários: DECA (DOCOL PARA D.F.) Ferragens: LA FONTE Portas automáticas: DORMA Elevadores: OTIS

Fonte:

Zanettini Arquitetura
Tribunal de Justiça do Distrito Federal
Conselho Nacional de Justiça

Fotos:

Zanettini Arquitetura

Fonte:
http://www.metalica.com.br/forum-do-meio-ambiente-e-da-fazenda-publica

domingo, 11 de setembro de 2011

Jardins Suspensos da Babilônia


Os Jardins Suspensos foram construídos na Babilônia a mando do rei Nabucodonosor, no século VI a.C., tornando-se uma das principais obras arquitetônicas empreendidas pelo monarca durante seu reinado pela Mesopotâmia. A obra é considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, apesar de não se ter registros de sua existência em pesquisas arqueológicas.

Eram compostos por cerca de seis terraços construídos como andares, dando a idéia de serem elevadiços – ou suspensos, como o próprio nome sugere. Os andares tinham cerca de 120 m², apoiados por gigantes colunas que chegavam a medir até 100 metros.

Cada superfície era adornada com jardins botânicos que continham inúmeras árvores frutíferas, esculturas dos deuses cultuados pelos acádios e cascatas, situadas em uma planície retangular.

Alguns documentos antigos dizem que os jardins davam acesso ao palácio do rei Nabucodonosor, que havia mandado construí-lo para satisfazer as vontades de sua esposa preferida Amitis. Ela dizia que sentia saudades dos campos e florestas de sua terra natal, Média.

Sua localização próxima ao rio Eufrates possibilitou que amplos sistemas de irrigação fluvial atingissem a superfície, através de poços gigantes em formas de arcos que chegavam a medir 23 metros de altura. Como as pedras eram muito raras no território da Babilônia, grande parte da construção dos Jardins Suspensos eram sustentadas por tijolos, revestidos de betume e chumbo para mantê-los secos da água irrigada.

Para preservar a beleza dos Jardins Suspensos, escravos mantinham o sistema de roldanas e baldes para encher as cascatas e piscinas, distribuindo toda a irrigação para as superfícies do local.

Por mais que se imagine a estonteante beleza dos Jardins Suspensos, muito pouco se sabe de como ele era realmente mantida e qual foi sua finalidade ou o motivo de sua total destruição. Em nenhum dos documentos encontrados na Babilônia no período de Nabocondosor encontra-se registro da existência dessa gigantesca obra arquitetônica. O que se sabe está registrado em anotações de historiadores da Grécia Antiga, mas, mesmo assim, a maioria de suas informações são muito vagas.

Fontes:
http://www.angelfire.com/me/babiloniabrasil/jardinsus.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jardins_suspensos_da_Babilônia